Gato, mas cadê o documento!?

“Quando eu já estava achando que o gato era pra casar, resolvemos finalmente ir para a segunda base. E foi aí que o negócio desandou”.

Meninas e meninos que estão sempre por aqui, no Área de Mulher. Tudo bem?

É com prazer que inauguramos hoje uma coluna que promete ser sucesso e que foi muito pedida ao longo dos anos por nosso público.

A coluna Babado Forte é um novo espaço totalmente dedicado à você, leitor e leitora. Aqui, uma vez por semana, você vai poder contar o que quiser: aventuras e desventuras amorosas, histórias picantes que tenha vivido, compartilhar uma dúvida cruel, falar sobre os dilemas da vida e assim por diante.

A menos que seja da sua vontade, a gente promete não divulgar nomes e qualquer outro dado que ligue você à história que você queira compartilhar. Então, colega, esse é o momento de você compartilhar com o mundo (na verdade, só com outros leitores aqui do site mesmo) aquela história cabeluda que você jamais teria coragem de contar em voz alta.

Nossa equipe está de dedos cruzados para que você goste e participe. Ah, e para entrar em contato com a gente você só tem que enviar um email para contato@bolhaweb.com.br.

Beijos de luz e ‘bora saber o que nossa primeira babadeira tem a dizer.

Gato, mas cadê o documento?

“Queria contar o que aconteceu comigo, mas nem sei vocês têm espaço para isso no Área de Mulher. De qualquer forma, vamos lá.

Tenho um relacionamento do tipo “ioiô”, daqueles que terminam e recomeçam pelo menos umas cinco (ou 15) vezes por ano. Num desses términos, achando que daquela vez não teria mesmo volta, resolvi deixar a vida me levar.

Passei a sair quase todo dia, ir para a balada com as bests, enfim, estava aberta, em todos os sentidos. E claro, comecei a conhecer carinha atrás de carinha.

Até aí tudo bem. O problema foi quando eu resolvi dar uma chance para um crush super gatinho que sempre me deu mole.

Como somos do interior, nos conhecemos a vida inteira e sempre rolou aquele climinha entre a gente. Minha mãe conhece a mãe dele e minha família compra na loja da família do “dito cujo”. Aliás, minha quase sogra quase botou um ovo de ouro quando suspeitou de que alguma coisa poderia rolar entre a gente.

Grande (pequena) decepção

Mas, continuando, resolvi ver no que dava. A gente saía para jantar, passeava de carro, tomava vinho, dava uns amassos e até aí tudo bem.

O cara era simplesmente perfeito. Cabelo perfeito, sorriso perfeito, rosto perfeito, corpo perfeito (malhadinho o danado), simpático, honesto, cheio das boas intenções, cheiroso, de boa família, educado, sensível, tudo de bom… ou quase.

Quando eu já estava achando que o gato era pra casar, resolvemos finalmente ir para a segunda base. E foi aí que o negócio desandou.

O lindo, perfeito, tudo de bom, simplesmente não tinha pinto, minha gente. Não sei se ele tomou bomba, não sei se ficou nervoso, mas além de pequeno o negócio não levantava de jeito nenhum!

O pior de tudo é que o menino estava agindo normalmente. Até hoje fico imaginando se ele pensa que o “meia bomba” é bomba inteira. Sério, bandeira a meio-mastro e pequena… minúscula.

Eu dei uma disfarçada para não deixar o menino constrangido, mas não pude deixar de comparar com o do meu ex-namorado, muito, muito, muito acima do normal. Só a título de conhecimento, chega a ser impressionante o borogodó desse meu caso mais antigo.

E depois?

Gente, eu nunca na vida fiquei tão decepcionada. O resultado disso, aliás, é que não consegui encarar o crush perfeitinho de novo. Vejo as fotos dele no Instagram e tenho vontade de avisar pra todo mundo que a propaganda é enganosa.

E, mesmo agindo como se nada estivesse errado, certeza que ele percebeu que depois daquela noite eu simplesmente sumi.

Eu sei que ele não tem culpa, mas pra mim não tem futuro se não tiver tesão. Será que estou errada? Será que outras meninas se importariam tanto? Não dá para saber, mas no meu caso foi isso”.


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