Fernanda Montenegro ganha cadeira na Academia Brasileira de Letras

Fernanda Montenegro, atriz consagrada, foi apontada pela Academia Brasileira de Letras para ocupar a cadeira 17.

É difícil conhecer uma pessoa sequer que não reconheça o nome icônico de Fernanda Montenegro, de 92 anos, artista de honra do Brasil. E agora, a história segue com Fernanda Montenegro na Academia Brasileira de Letras. Recentemente, a ABL anunciou que Montenegro ocuparia a cadeira 17. Da mesma forma, a instituição comunicou a escolha da atriz por meio de seu site oficial. 

Além disso, dos 34 votos válidos na eleição, Fernanda Montenegro recebeu 32. Ela substitui o diplomata Affonso Arinos de Mello Franco, que faleceu no dia 15 de março de 2020, por conta de problemas respiratórios. 

Dessa forma, nas redes sociais, a atriz manifestou-se agradecendo a instituição. Assim, deve assumir seu posto na em março de 2022. O presidente, Marco Lucchesi, não poupa elogios para Fernanda Montenegro na Academia Brasileira de Letras. Ele comenta: “Fernanda é um dos grandes ícones da cultura brasileira. Intelectual, engajada e sensível leitora do real. Sua presença enriquece os laços profundos da Academia com as artes cênicas. Com ela, adentram tantos personagens que marcaram gerações, passado, presente e futuro”. 

Nesse sentido, Fernanda Montenegro também não deixou de apoiar o trabalho da Academia. “A ABL é um referencial cultural de 125 anos. Abrigou e abriga representantes que honram a diversidade da nossa criatividade em várias áreas. Vejo a academia como um espaço de resistência cultural”.

Outras homenagens para Fernanda Montenegro

Fernanda Montenegro na Academia Brasileira de Letras: nova homenagem

Da mesma forma, a artista já recebeu outras homenagens muito honrosas de várias instituições. Em 1999, por exemplo, foi condecorada com a maior comenda que um brasileiro pode receber da presidência do Brasil. Recebeu a Grã-Cruz da Ordem Nacional de Mérito, por conta do “reconhecimento ao destacado trabalho nas artes cênicas brasileiras”.

Além disso, ainda em 1999, fez-se uma exposição do Museu de Arte Moderna (MAM) no Rio de Janeiro para comemorar seus 50 anos de carreira. E com 75 anos, em 2004, recebeu o prêmio de melhor atriz no festival de Tribeca, em Nova York. O prêmio foi por conta de sua atuação no filme “O Outro Lado da Rua”, de Marcos Bernstein.


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